A imagem é uma composição artística com tons azul, branco e rosa, representando a Bandeira Trans. Em destaque, há um prédio com arquitetura moderna, identificado como da Universidade Estadual de Ponta Grossa, com fachada branca e detalhes em cinza. Árvores brancas, com aparência de silhueta, contornam a cena. À direita, um personagem ilustrado, de corpo alongado em tom rosa, com textura de tecido, se destaca. A cabeça é uma foto real de uma pessoa negra com cabelos em tranças curtas e expressão sorridente. Um braço estendido parece tocar o prédio, criando um efeito de acolhimento e integração.

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A imagem é composta por cinco cenas que se conectam visualmente, formando uma narrativa visual sobre a origem e o uso da macaúba. No canto superior esquerdo, há ilustrações de embalagens biodegradáveis feitas da macaúba, com aparência de fibras naturais. No canto superior direito, duas pesquisadoras com jalecos brancos seguram os protótipos das embalagens, sorrindo para o observador. Na parte inferior da imagem, à esquerda, aparece uma palmeira de macaúba, seguida por um campo com várias árvores da mesma espécie. Ao centro inferior, uma produtora rural observa a plantação com expressão atenta. À direita, há frutos da macaúba abertos, mostrando o caroço e partes utilizadas no processo. A imagem tem estilo artístico colorido e cartunesco, com contornos suaves e cores naturais, reforçando o foco ambiental e científico da ilustração. Créditos visíveis: Conexão Ciência | Arte: Beatriz Sayuri.

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A imagem mostra uma paisagem de colinas verdes com vegetação variada, representando um ecossistema. No primeiro plano, há árvores distribuídas em solo marrom, com raízes visíveis. Diagramas científicos, gráficos e esquemas técnicos estão sobrepostos na cena, sugerindo análise ambiental e estudos do solo e da vegetação. O céu tem tons claros e nuvens desenhadas em traços simples. A arte é assinada por Lucas Higashi e vinculada ao projeto “Conexão Ciência”.

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A imagem é uma ilustração artística em preto e branco que combina elementos abstratos e cósmicos com rostos humanos. No centro, há um rosto escuro com traços intensos, ladeado por dois perfis brancos voltados para lados opostos, sugerindo dualidade ou múltiplas perspectivas. Elementos gráficos como espirais, galáxias, símbolos e linhas curvas orbitam a composição, remetendo a temas de física quântica, mente e universo. A arte é assinada por Any Veronezi e atribuída ao projeto “Conexão Ciência”.

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A imagem mostra uma ilustração artística de uma dupla hélice de DNA sendo manipulada por duas mãos — uma robótica, representando a inteligência artificial, e outra humana com luva azul, simbolizando a ciência. Fragmentos coloridos, lembrando bases genéticas ou dados, flutuam ao redor, sugerindo a integração entre tecnologia e biologia. O fundo escuro destaca os elementos vivos e tecnológicos em contraste vibrante. Arte: Mariana Muneratti.

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A imagem mostra uma cena vibrante onde ondas coloridas fluem no ar, representando a percepção sensorial. Em um fundo quadriculado azul e amarelo, pessoas interagem com o ambiente: uma delas, com bengala, sente roupas com o auxílio das cores que emanam delas; outra toca um instrumento musical e uma terceira pinta uma tela, todas cercadas por fluxos de cores vivas — rosa, amarelo, verde, azul. A arte evoca a sinestesia e a acessibilidade sensorial. Arte: Lucas Higashi.

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A imagem mostra um museu com várias pessoas observando fósseis e pedras em vitrines. Há uma senhora com bengala, uma mulher sorridente, duas crianças e um homem de costas. As vitrines contêm fósseis de folhas, animais marinhos e pegadas, com desenhos de esqueletos de dinossauros nas laterais. O ambiente é acolhedor e educativo, com ênfase na diversidade de idades e no interesse pela ciência.

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A imagem mostra uma mão segurando um livro aberto, de onde emergem elementos visuais relacionados à escravidão e repressão no Brasil. Há fotos em preto e branco de pessoas escravizadas, um mapa com localizações marcadas, algemas, arame farpado, um cadeado e o ano "1854". As imagens e símbolos evocam memórias históricas de dor, controle e luta, sugerindo a importância de estudar e lembrar esse passado para compreender a realidade atual.

A compreensão do presente vem com a análise do passado

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