A imagem, em tons de azul, mostra uma paisagem rural com plantações, árvores, um lago com peixes, um trator e um barco em um campo curvado. O estilo é artístico e texturizado, remetendo a uma cena harmoniosa entre agricultura e natureza. No canto inferior direito estão os créditos: “© Conexão Ciência | Arte: Lucas Higashi”.

MUDI propõe a conexão entre Cultura Oceânica e o Agro

A Expoingá 2025 tem como eixo central os impactos das mudanças climáticas e muitas novidades
A imagem mostra quatro crianças sorrindo em frente a um quadro. Nele, há uma representação de bandejas de ovos somadas, totalizando "2 dúzias", sugerindo um conceito matemático. A arte é colorida e educativa, com estilo ilustrativo. No canto inferior direito, há os créditos: “© Conexão Ciência | Arte: Mariana Muneratti”. A cena remete a um ambiente escolar de aprendizado colaborativo.

Etnomatemática: educação para todos

Em uma viagem pelos números que passa pela cultura, o C² te leva a desvendar a importância de olhar o conteúdo dos livros no cotidiano
A imagem mostra uma criança usando um notebook, com expressão corporal tensa. Na tela, há rabiscos, rostos tristes e confusos, interrogações e símbolos de alerta, sugerindo estresse ou exposição a conteúdo perturbador. A arte usa tons alaranjados e marrons. No canto inferior direito, lê-se: “© Conexão Ciência | Arte: Camila Lozeckyi”.

Maio Laranja: com quem seu filho conversa na internet?

Esta questão traz alerta aos responsáveis e é base para as pesquisas desenvolvidas no projeto PROTECA, sobre violência sexual on-line
A imagem apresenta uma ilustração artística do litoral do Paraná, com o mar e grandes mexilhões em destaque, simbolizando espécies invasoras. As cores em tons de verde e azul transmitem a ideia de natureza e mar, enquanto os mexilhões remetem ao impacto ambiental. A arte é assinada por Lucas Higashi para o projeto Conexão Ciência.

Espécies invasoras no litoral: ameaça ou negócio?

Com o apoio das comunidades tradicionais, pesquisadores da Unespar coletam, analisam e monitoram a presença da fauna exótica no Paraná
A imagem mostra uma colagem artística com pessoas em meio a prédios e engrenagens. Um homem sorri entregando um papel, uma mulher olha pensativa e outra comemora com diploma e salto na mão. Ao fundo, há livros e prédios altos, simbolizando educação, progresso e trabalho. A paleta de cores em tons terrosos cria um ambiente acolhedor e urbano. A arte é assinada por Camila Lozecky para o projeto Conexão Ciência.

Do campus ao mercado: preparando jovens para o 1º emprego

Projeto da Unioeste capacita jovens e conecta educação pública ao mundo do trabalho
A imagem é uma ilustração científica que mostra o processo de tratamento de efluentes industriais por meio de processos oxidativos avançados (POAs), aplicados antes do despejo da água em um rio. Em primeiro plano, dois grandes tubos verdes despejam água tratada no corpo hídrico. Dentro de um dos tubos, há uma representação esquemática de moléculas poluentes sendo degradadas por radicais hidroxila (•OH), formando produtos finais como gás carbônico (CO₂) e água (H₂O), também ilustrados com suas fórmulas químicas. O cenário ao redor é um ambiente natural com gramado, flores, árvores e um prédio ao fundo, sugerindo um parque tecnológico ou instalação industrial preocupada com sustentabilidade. A imagem transmite visualmente como a aplicação de POAs pode transformar poluentes complexos em substâncias inofensivas ao meio ambiente, antes que a água seja devolvida à natureza.

O tratamento de resíduos envolve uma química radical

Processos Oxidativos Avançados são técnicas alternativas para o tratamento de resíduos que se baseiam em reações de radicais livres
A imagem mostra uma floresta de araucárias ao fundo, com céu alaranjado e folhas grandes em primeiro plano. Sobre essas folhas, há três anfíbios: dois sapos verdes com manchas coloridas e uma salamandra marrom. O estilo da ilustração é artístico, com cores vivas e traços suaves. No canto inferior direito, está o crédito: Conexão Ciência, arte de Lucas Higashi.

Os anfíbios são os primeiros a sentir o desequilíbrio

Sensíveis às mudanças no ambiente, os anfíbios são bioindicadores e ajudam a entender os impactos da crise climática na Terra
A ilustração mostra dois jovens indígenas, uma mulher à esquerda e um homem à direita, com uma cidade ao fundo composta por prédios coloridos em tons de amarelo, vermelho e azul. Ao centro, um edifício clássico é atravessado por uma seta vermelha apontando para cima, simbolizando ascensão ou resistência.

Por uma universidade cada vez mais indígena

Aumento de 474% das matrículas no ensino superior deve ser celebrado, mas ainda é preciso muito para tornar as universidades território indígena