A imagem mostra uma ilustração em estilo medieval com tons sépia. Ao centro, há uma figura de armadura com elmo e escudo, rodeada por espadas apontadas em sua direção. À frente, uma grande mesa redonda está coberta por livros, papéis e mais espadas cravadas ou apoiadas sobre ela. O fundo contém detalhes ornamentais circulares, com raios de luz que convergem para o centro, criando um clima solene e simbólico.

Por que a Idade Média ainda importa?

Grupo da UEM resgata saberes clássicos para pensar os desafios do presente e o impacto das tecnologias na formação humana
A imagem é uma composição artística com tons azul, branco e rosa, representando a Bandeira Trans. Em destaque, há um prédio com arquitetura moderna, identificado como da Universidade Estadual de Ponta Grossa, com fachada branca e detalhes em cinza. Árvores brancas, com aparência de silhueta, contornam a cena. À direita, um personagem ilustrado, de corpo alongado em tom rosa, com textura de tecido, se destaca. A cabeça é uma foto real de uma pessoa negra com cabelos em tranças curtas e expressão sorridente. Um braço estendido parece tocar o prédio, criando um efeito de acolhimento e integração.

Cotas Trans: o Paraná caminha na contramão da inclusão?

Ausência de cotas trans no ensino superior paranaense evidencia o distanciamento da diversidade
A imagem mostra uma mão segurando um livro aberto, de onde emergem elementos visuais relacionados à escravidão e repressão no Brasil. Há fotos em preto e branco de pessoas escravizadas, um mapa com localizações marcadas, algemas, arame farpado, um cadeado e o ano "1854". As imagens e símbolos evocam memórias históricas de dor, controle e luta, sugerindo a importância de estudar e lembrar esse passado para compreender a realidade atual.

A compreensão do presente vem com a análise do passado

Projeto de pesquisa analisa a criminalidade e segurança pública no início do Paraná e reflete sobre semelhanças com os dias atuais
A imagem mostra uma equipe diversa realizando mapeamento participativo em uma comunidade ribeirinha. À esquerda, três pessoas usam um equipamento de geolocalização (GNSS) sobre um tripé. À direita, outras pessoas analisam mapas sobre uma mesa, enquanto ao fundo há um grande mapa ilustrado com casas e um rio. A cena retrata a integração entre tecnologia, ciência cidadã e planejamento territorial. Arte de Maria Eduarda Ehms para o Conexão Ciência.

Comunidades do Território Caiçara agora estão no mapa

No final do ano, pesquisadores da Geografia da UFPR finalizam projeto de geoprocessamento no Parque Nacional de Superagui, no litoral do Paraná
A ilustração mostra dois jovens indígenas, uma mulher à esquerda e um homem à direita, com uma cidade ao fundo composta por prédios coloridos em tons de amarelo, vermelho e azul. Ao centro, um edifício clássico é atravessado por uma seta vermelha apontando para cima, simbolizando ascensão ou resistência.

Por uma universidade cada vez mais indígena

Aumento de 474% das matrículas no ensino superior deve ser celebrado, mas ainda é preciso muito para tornar as universidades território indígena
A ilustração retrata a trajetória do aprendizado, mostrando três fases da vida de um menino: na infância, com mochila; na adolescência, segurando livros; e na vida adulta, usando um laptop. Linhas brancas cheias de símbolos científicos conectam as fases, sobre um fundo abstrato colorido.

O primeiro passo no magnífico e curioso mundo da ciência

Descobrir novos mundos com a pesquisa científica é extraordinário! Quem vai te dar dicas para iniciar esse processo é o Conexão Ciência – C²
A ilustração retrata quatro pessoas negras em traços expressivos sobre um fundo laranja vibrante. Uma figura segura um megafone, simbolizando voz e resistência. Ondas coloridas fluem ao redor, evocando dinamismo e movimento. A arte destaca identidade, ativismo e representatividade negra.

Cara Gente Branca: a representação que queremos ver

A série, que abarca sobre racismo e representações de pessoas negras, foi foco de uma dissertação de mestrado em Educação
A ilustração mistura colagem e arte digital, retratando uma mulher em preto e branco digitando em um teclado antigo. Ao fundo, monitores retrô exibem manchetes sobre a liderança feminina na pesquisa científica da UEM. As cores vibrantes e os elementos gráficos criam uma estética dinâmica e informativa.

Dia da Mulher: muita ciência e pouca visibilidade

Reportagens publicadas nas Universidades são prova de que pesquisadoras têm menos reconhecimento na comunidade acadêmica