Conexão Computação Física

Para entender o mundo virtual é preciso sair das telas e propor uma nova abordagem
Para entender o mundo virtual é preciso sair das telas e propor uma nova abordagem

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Enquanto muito se fala em Educação 5.0, com a internet das coisas e imersão no mundo virtual, que tal sair das telas e, de quebra, conquistar cidadania digital?

É o que propõe o projeto “Poética da interface: Transletramento em TEIA e Computação Física”, desenvolvido na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), pela professora Luciana Espíndola Correa, hoje na Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro), e que permite a crianças e futuros professores materializarem obras e músicas.

Se o convívio com a tecnologia é inevitável, já parou para pensar quem está por trás do seu desenvolvimento? Foi assim que a professora Luciana concebeu seu projeto que propõe uma nova abordagem educacional transdisciplinar. Dê um play!
Com o auxílio dos princípios da Computação Física, é possível aprender e ensinar, saindo das telas e produzindo maquetes animadas a partir do entendimento de como funciona a linguagem computacional. Ficou curioso? Confira!
Neste episódio, a professora Luciana reflete sobre a necessidade de conhecermos a gramática computacional para não sermos influenciados pela linguagem das big techs que, com os nossos dados, treinam e controlam o algoritmo que influencia a vida de cada pessoa. Fique atento!
Por fim, a professora Luciana Correa enfatiza que o conhecimento da linguagem computacional e uma nova postura no mundo virtual, protegendo seus dados, por exemplo, podem mudar a nossa relação com a tecnologia. Descubra!

EQUIPE DESTA PÁGINA
Roteiro:
Silvia Calciolari
Supervisão: Ana Paula Machado Velho
Locução: Maria Eduarda Tenório Calvi
Edição: Maria Eduarda Tenório Calvi
Edição Digital: Guilherme Nascimento

Essa publicação contribui para os seguintes ODS:

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