Câncer: estudos desvendam morte celular coletiva

Ilustração de uma cientista de cabelos pretos, usando jaleco branco, observando amostras em um microscópio azul. Ao redor, há imagens de células, uma fita azul, tubos de ensaio, uma placa com microrganismos e anotações sobre uma bancada. O cenário tem fundo rosa e tons de azul e roxo, remetendo à pesquisa científica e à saúde.
Novembro Azul é o momento de falarmos sobre pesquisas para tratar o câncer de próstata e o de bexiga, este com maior ocorrência em homens

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Estamos no Novembro Azul, mês que busca conscientizar os homens e a sociedade em geral sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de próstata, bem como incentivar o cuidado integral com a saúde masculina. Além de combater tabus que afastam o público masculino dos exames de rotina, também é o momento de conhecer os tipos de pesquisas que estão sendo conduzidas nas universidades. 

Antes, vale destacar que este movimento surgiu em 2003, na Austrália, com a criação do ‘Movember’, palavra que é a junção de moustache e november, bigode e novembro em português, respectivamente. Na ocasião, amigos em Melbourne incentivaram outros homens a deixarem o bigode crescer neste mês para conscientizar sobre a saúde masculina. Isto porque naquele período, os bigodes estavam fora de moda e havia muitas ocorrências de casos de câncer de próstata. Assim, com vários homens deixando os bigodes surgirem, foi possível atrair a atenção das pessoas para a causa. 

No Brasil, a campanha chegou em 2008, pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, com o mote inicial ‘Um toque, um drible’. O objetivo era quebrar o preconceito dos homens em relação aos procedimentos preventivos do câncer de próstata e, especificamente, ao exame de toque. Em 2011, o movimento se consolida e foi batizado nacionalmente como Novembro Azul, pelo Instituto, em parceria com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). 

Muito antes desse movimento organizado, pesquisadores de todo o mundo já passaram incontáveis dias e noites em laboratórios para buscar um tratamento para o câncer de próstata, pelo menos desde 1853, quando a doença foi descrita pela primeira vez. Em 1941, a pesquisa sistemática começa a ganhar relevância pelos cientistas Charles Huggins e Clarence Hodges. Eles descobriram que a supressão de testosterona, por castração ou uso de estrogênio, fazia tumores da próstata regredirem. 

Desde então, uma das grandes dificuldades dos cientistas é encontrar novos e eficientes químicos ou fitoquímicos 1para tratar portadores de tumores malignos como o câncer de próstata, o segundo tumor mais frequente entre os homens no Brasil. E o que temos hoje de mais moderno em medicamentos, tratamentos e intervenções cirúrgicas robóticas de próstata, visam conter o avanço e a mortalidade pela doença. 

Infográfico sobre o câncer de próstata no Brasil, no período de 2026 a 2028. Apresenta estimativa de 77.920 novos casos por ano e risco de 74,62 casos para cada 100 mil homens. Informa que esse tipo de câncer representa 30,5% dos novos diagnósticos de câncer em homens e ocupa o primeiro lugar entre os mais incidentes na população masculina brasileira. A imagem utiliza tons de azul, verde-limão e branco, com ilustrações de células, microscópio e laços azuis, além de destacar a campanha Novembro Azul. A fonte indicada é o Instituto Nacional de Câncer, o INCA.

Neste sentido, os estudos voltados a provocar a ‘morte coletiva’ ou em cadeia de células cancerígenas representam uma das frentes mais inovadoras e altamente promissoras da Oncologia contemporânea.

O grande diferencial é encontrar formas de fazer com que os tumores se autodestruam em massa ou sejam expostos de maneira coordenada ao sistema imunológico, superando os limites das quimioterapias tradicionais que destroem tecidos saudáveis. 

Das várias formas conhecidas de como as células tumorais morrem, algumas representam novas abordagens ao usarem moléculas inteligentes espelhadas, como a D-cisteína,2 que entram preferencialmente nas células do câncer e cortam sua geração de energia. Sem energia, os tumores sofrem uma morte coletiva por inanição, mantendo as células saudáveis intactas.

Para se chegar a essa hipótese, estudos sobre o comportamento das células dos cânceres de próstata e de bexiga, este último com maior prevalência entre homens, levaram décadas para se transformar em caminho ao tratamento e à cura de doenças que atingem milhares de homens todos os anos, inclusive jovens. 

Dos quase 80 mil casos previstos por ano, a mortalidade registrada chega a aproximadamente 18 mil mortes, o que representa uma média de 48 óbitos por dia. Nos últimos dez anos, houve um crescimento de 21% decorrentes do câncer de próstata como causa fatal. Dados de 2025 do Ministério da Saúde mostram que o número de atendimentos por câncer de próstata em indivíduos com até 49 anos cresceu 32% entre 2020 e 2024, passando de 2,5 mil para 3,3 mil procedimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Iniciação científica

Normalmente, quando se pensa em pesquisas científicas de ponta e com a relevância que estas doenças representam para a população, nem sempre se imagina que numa universidade bem próxima pode haver alguém trabalhando exatamente nessa área. 

A partir de agora, o Conexão Ciência apresenta a jornada acadêmica, o trabalho e a dedicação de duas pesquisadoras que estudam há anos a morte celular dos cânceres de próstata e de bexiga.

“No início da graduação, em 2005, como bolsista aos 17 anos na iniciação científica, já comecei a entender em pesquisas no laboratório como uma célula morre e fiquei muito interessada sobre o funcionamento celular e como ela se transforma”. A lembrança é da  pesquisadora Rafaela da Rosa Ribeiro, paranaense nascida em Ponta Grossa e que fez parte da sua carreira acadêmica no estado, mais especificamente nas universidades Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e Estadual do Centro Oeste (Unicentro). 

Uma mulher branca, de cabelos longos e ondulados castanho claro, usando blusa vinho e colar delicado, aparece sorrindo para a foto, com os braços cruzados. Ao seu lado, há um microscópio sobre uma bancada, cercado por frascos e materiais de laboratório. Ao fundo, observam-se armários, caixas e equipamentos de um ambiente de pesquisa científica.
Rafaela da Rosa Ribeiro, pesquisadora paranaense que atualmente trabalha na Universidade de São Paulo (USP) (Foto/Arquivo pessoal)

Mesmo com o objetivo inicial de ser professora de crianças, Rafaela viu a oportunidade de continuar na pesquisa e ser docente de uma universidade. Com mestrado e doutorado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), período ‘sanduíche’ no Lawrence Berkeley National Laboratory, nos Estados Unidos, e estágios de pós doutorado em diferentes instituições, atualmente, Rafaela é professora doutora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva, no Instituto de Biociências, da Universidade de São Paulo (USP), dando sequência ao trabalho que começou desde a Iniciação científica na graduação em Biologia, na UEPG.

A curiosidade e a paixão pela natureza levou Rafaela para o mundo invisível das células. “Eu tinha muito contato com planta, bicho, todo tipo de vida, principalmente por causa do escotismo. E parte da célula era uma coisa que me chamava muita atenção. Mas eu também tinha muita curiosidade, queria entender o porquê das coisas”, salienta a pesquisadora. 

Os resultados das pesquisas realizadas no Paraná a levaram para a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pelas mãos do professor e pesquisador Hernandes Faustino de Carvalho, titular da área de Biologia Celular e Molecular, com ênfase em Matriz Extracelular e Biologia Prostática.

“Concluí a graduação na UEPG, fiz a prova do mestrado e não passei. Porém, ele me permitiu ficar três meses no laboratório como estagiária e, depois, com o apoio dele, entrei no mestrado com bolsa e fomos juntos como orientador até o meu doutorado”, conta. Para Rafaela, apesar das dificuldades de morar fora de casa, enfrentar os desafios da vida acadêmica, tudo foi se ajeitando e, agora, está dando continuidade a mesma linha de pesquisa.

Biologia da Próstata

Partindo da lógica consolidada por Charles Huggins e Clarence Hodges, um dos tratamentos para o câncer de próstata é fazer a privação de hormônio andrógeno para que essa próstata pare de crescer. Atualmente, não se fala mais em castração, por exemplo, ou na própria cirurgia retirada do testículo, porque existem químicos que atuam neste sentido.

 De acordo com a Rafaela, já dentro do projeto Hernandes, estava-se tentando entender como essas células morriam quando se tirava o hormônio. “De certa forma, a gente estava construindo um entendimento da  Biologia da próstata, ligando com um tratamento do câncer. Isto porque uma coisa é você conseguir um tratamento, outra é você entender como ele [câncer] funciona, ou a consequência daquela privação”, explica a professora.  

Em termos de pesquisa científica, o trabalho desenvolvido por Rafaela e outros pesquisadores na área sempre se depara com a complexidade, que, segundo ela, “mais parece uma ‘coisa’ de outro mundo”. 

Uma mulher branca e profissional de saúde, vestida com avental branco, touca, máscara e luvas azuis, observa atentamente uma pequena placa transparente de laboratório que segura com as duas mãos. Ela está em um ambiente laboratorial, com equipamentos científicos, bancadas e materiais de trabalho ao fundo.
No laboratório, a pesquisadora Rafaela da Rosa Ribeiro busca entender como se dá a morte coletiva do câncer de próstata (Foto/Arquivo pessoal)

“Quando você estuda a biologia do câncer, é incrível a ‘tecnologia’ da célula e essa capacidade de transformação, que, às vezes, até parece que elas são alienígenas, porque elas passam a responder aos estímulos de uma maneira muito diferente das células normais”, adverte a pesquisadora. 

Por exemplo, quando existe uma metástase, não basta simplesmente olhar para o tumor que está na próstata. É preciso entender a relação entre o tumor primário e as metástases e avaliar, caso a caso, se retirar esse tumor realmente é a melhor estratégia. Isso porque o tumor primário não é uma estrutura isolada. Ele libera sinais que podem influenciar o organismo inteiro e também o comportamento das metástases. 

“É quase como nos filmes de ficção científica, em que existe uma ‘nave-mãe’ que conversa com as naves menores. Às vezes, quando você tira a nave-mãe, você também muda os sinais que estavam mantendo aquele sistema em equilíbrio”, detalha Rafaela.

Para a pesquisadora, o mais desafiador nesta pesquisa é entender as particularidades que compõem a doença. “Às vezes, devemos olhar além da pessoa, mas individualmente para cada célula. Porque você acha que o paciente vai responder de um jeito ou de outro e aí, quando você vê a célula, ela se transforma muito rápido. É aqui que reside o maior desafio!”, completa.

Pesquisa em rede

A trajetória de Rafaela não é diferente da maioria dos pesquisadores, hoje em dia, no Brasil, onde fazer ciência também depende de muitas colaborações e parcerias. No Paraná, os Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação, os NAPIs, programa de fomento da Fundação Araucária, com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), reúnem em grupos temáticos pesquisadores de diversas universidades estaduais, federais e institutos.

Neste contexto, o NAPI Genômica3 é o Arranjo que sistematiza em rede todo o conhecimento produzido no estado para desenvolver estudos e soluções baseadas em genoma. Neste grupo, está inserido o projeto de pesquisa da professora Juliana Mara Serpeloni, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), efetivada na docência em 2020 e que, hoje, atua no Centro de Ciências Biológicas da instituição, onde coordena o Laboratório de Mutagênese e Oncogenética (LAMON/UEL).   

Graduada em Biologia, em 2006, e com mestrado em Genética e Biologia Molecular, pela UEL, fez doutorado na USP de Ribeirão Preto, um pós-doutorado na UNESP de Araraquara e mais um pós-doutorado na UEL. O primeiro pós-doutorado foi pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Araraquara (FCFAR,UNESP), atuando no projeto BIOTA/FAPESP, e o outro em Genética pela UEL, em modelos de cultivo celular em 3D. 

Um grupo de nove pessoas sorri para a foto em um laboratório iluminado, usando jalecos brancos; ao centro, uma mulher veste um vestido azul. Ao fundo há janelas, e à direita, uma bancada com equipamentos.
Equipe de pesquisa na Universidade Estadual de Londrina, coordenado pela professora Juliana Mara Serpeloni, ao centro de vestido azul (Foto/Arquivo pessoal)

Mas qual a ligação entre as duas pesquisas?

“Eu conheci a Rafaela por meio do marido dela que participou comigo num outro projeto e acabou fazendo a ponte a partir dos nossos interesses comuns em pesquisas com morte celular em câncer de próstata. Conversamos quando ela estava dando aulas na Unicentro, mas o projeto submetido não deu certo na época. Dois anos atrás, mudei meu foco e já estava envolvida com o câncer de bexiga quando a gente resolveu juntar as duas pesquisas”, relembra Juliana.

Segundo a pesquisadora, a ideia foi unir os interesses e tentar fazer observações nos dois tipos de tumores, em conjunto. “Assim, a mesma via que ela vai explorar lá na USP no câncer de próstata, vamos explorar aqui na UEL, também, no câncer de bexiga, já que os mecanismos de morte celular podem ser semelhantes em diferentes tumores. Aí começamos a delinear um projeto e, agora, vamos pensar juntas para a gente fazer essa parceria nos dois tipos de tumores”.

Infográfico sobre o câncer de bexiga no Brasil, no período de 2026 a 2028. Apresenta estimativa de 13.110 novos casos por ano, com risco de 6,02 casos a cada 100 mil habitantes. A previsão é de 9.040 casos em homens e 4.070 em mulheres, sendo quatro vezes mais frequente no público masculino. O câncer de bexiga aparece como o sétimo tipo de câncer mais incidente na população brasileira. A arte tem fundo azul, detalhes em verde-limão e azul-claro, com uma ilustração central da bexiga e símbolos relacionados a células. No canto superior direito, há um laço azul e a identificação da campanha Novembro Azul. A fonte é o Instituto Nacional de Câncer, o INCA.

Em termos gerais, estudam-se alterações genéticas específicas que podem responder a diferentes perguntas. Por exemplo, se o paciente tem uma alteração no DNA4 que vai fazê-lo responder melhor ao tratamento ou uma alteração que vai fazer o tumor progredir mais rápido. 

As amostras analisadas são de tecidos de biópsia, que vêm dos pacientes do Hospital de Câncer de Londrina (HCL), numa parceria entre o hospital e o LAMON/UEL, para a busca de marcadores genéticos de suscetibilidade, ou seja, quais são as chances de a pessoa desenvolver a doença, ou do prognóstico, que é a forma como a doença evolui.

“Nesse material,  a gente busca alterações que tornam o tumor mais invasivo ou metastático, ou com maior chances de recidivar5. Ao comparar os pacientes e o perfil genético deles, é possível identificar algumas alterações que podem modular o risco e a progressão da doença”, explica Juliana.

Além de estudos com pacientes, outra linha de pesquisa do LAMON envolve a busca por compostos de origem natural, como os fitoquímicos, que possam induzir morte nas células do tumor. Nesse estudo, há outra parceria importante com a Universidade Federal do Maranhão, já que Juliana trabalha com compostos naturais que possam ter atividade anticâncer, e a biodiversidade na Amazônia e da região do Cerrado, é fonte inestimável de novas moléculas.

Uma mulher com óculos e microfone apresenta diante de uma tela que exibe informações sobre um evento de genética, logotipos e fotos de um grupo de pesquisadores.
A pesquisadora Juliana Mara Serpeloni divulgou os resultados da pesquisa realizados no Laboratório de Mutagênese e Oncogenética da Universidade Estadual de Londrina (LAMON/UEL), em um dos mais importantes congressos de Genética no Brasil, na 71ª edição do Congresso Brasileiro de Genética (SBG 2026) realizada em Florianópolis/SC (Foto/Arquivo pessoal)

A relevância das duas pesquisas se deve ao fato de que ainda não existe uma droga-alvo para tratar tumores de próstata e de bexiga, ao contrário de outros cânceres como o de mama. 

“Se eu identificar que aquele tumor expressa mais uma proteína, por exemplo, posso explorar compostos que inibam aquela proteína de alguma forma. Então, antes da gente fazer uma droga-alvo, eu preciso identificar qual é o alvo. É isso que a gente faz na pesquisa básica, buscando esses possíveis alvos para que os quimioterápicos atuem de forma direcionada e não afetem na mesma escala as células saudáveis, mitigando os efeitos adversos do tratamento”, completa a pesquisadora da UEL.

Enquanto as duas pesquisas avançam, é preciso que os homens aproveitem o Novembro Azul  para entender como os cânceres de próstata e o de bexiga, a exemplo de outros tumores, podem ser evitados com hábitos saudáveis, longe do cigarro, do álcool, do sedentarismo e de alimentos ultraprocessados, além do estresse, se possível. Fatores hereditários já são detectáveis, mas é importante vencer preconceitos e entender que o diagnóstico precoce tem sido um aliado no próprio tratamento e com maiores chances de cura.

A ciência e os cientistas estão fazendo a sua parte. Agora, só falta você, Homem!

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Texto:
Silvia Calciolari
Revisão de texto: Ana Paula Machado Velho
Arte: Hellen Vieira
Supervisão de arte: Hellen Vieira
Edição Digital: Guilherme Nascimento

Glossário

  1. Fitoquímicos – São compostos químicos naturais produzidos por plantas, do prefixo fito que significa planta. Eles não são considerados nutrientes essenciais como vitaminas, minerais, proteínas ou carboidratos, mas exercem funções importantes de proteção para os vegetais e trazem diversos benefícios para a saúde humana. ↩︎
  2. D-cisteína – É uma forma enantiomérica, ou ‘espelhada’, rara do aminoácido cisteína, diferindo da forma natural L-cisteína que o corpo humano utiliza normalmente nos processos biológicos. Pesquisas científicas recentes como estudos publicados na Nature Metabolism mostraram que a D-cisteína pode interferir seletivamente no metabolismo de certas células cancerígenas. ↩︎
  3. Genômica – É a área avançada e interdisciplinar que estuda o genoma inteiro, integrando Biologia Molecular, Bioinformática e Estatística para analisar a estrutura, função e evolução do DNA. ↩︎
  4. DNA – Sigla que vem do inglês deoxyribonucleic acid, que em português significa Ácido Desoxirribonucléico. Trata-se de uma macromolécula que armazena todas as instruções genéticas responsáveis pelo desenvolvimento, funcionamento, crescimento e reprodução de todos os seres vivos e de vários vírus. ↩︎
  5. Recidivar – Na Medicina significa o reaparecimento de uma doença ou sintoma que, após um intervalo de tempo, ocasiona a reincidência de seus efeitos; recaída. Já no campo
    Jurídico, é a ação ou consequência de voltar a cometer o mesmo crime, ou falta; reincidência. ↩︎

A pesquisa que mencionamos contribui para os seguintes ODS:

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